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	<title>Laboratório de Neurociências - LIM-27</title>
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	<description>Laboratório de Neurociências (LIM27), Instituto de Psiquiatria (IPq), Hospital das Clínicas (HC), Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)</description>
	<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 02:00:01 +0000</pubDate>
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		<title>Transtorno do Humor Bipolar</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 02:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Temas em neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[O Transtorno de Humor Bipolar (THB)  é uma doença grave, incurável e de distribuição cosmopolita, afetando cerca de  1,5% dos homens e mulheres em todo o mundo. É considerada uma doença complexa,  apresentando diversos quadros clínicos e vários modelos neurobiológicos e  etiológicos que visam explicar o surgimento e a manifestação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Transtorno de Humor Bipolar (THB)  é uma doença grave, incurável e de distribuição cosmopolita, afetando cerca de  1,5% dos homens e mulheres em todo o mundo. <span id="more-1008"></span>É considerada uma doença complexa,  apresentando diversos quadros clínicos e vários modelos neurobiológicos e  etiológicos que visam explicar o surgimento e a manifestação da doença. O  Caracteriza- se por oscilações do humor que causam prejuízos significativos no  âmbito biopsicossocial, com critérios específicos para seus subdiagnósticos. </p>
<p>  Mesmo que já se possa considerar o  THB uma doença bem estudada quando se analisa o número de estudos realizados  avaliando diferentes aspectos neurobiológicos na doença, deve-se considerar que  ainda existem poucos achados representativos que demonstrem evidências consistentes  da associação entre estes achados com a etiopatogenia do THB. Ainda que a  doença seja de difícil avaliação quanto à relação de causa e efeito entre o  surgimento dos sintomas e os achados bioquímicos e moleculares descritos em  pacientes bipolares, inúmeras alterações na função cerebral têm sido descritas  em pacientes apresentando quadros de depressão e mania. Pesquisas utilizando  modelos genéticos, neuroanatômicos, neuroquímicos e de neuroimagem no THB têm  trazido importantes referenciais teóricos e conceituais para o melhor  entendimento de como determinados mecanismos biológicos podem afetar a  apresentação clínica, o curso e a resposta farmacológica na doença. A  utilização de modelos animais também tem trazido novos conhecimentos sobre a  neurobiologia do THB. </p>
<p>  Os fatores neurobiológicos  intracelulares e intercelulares envolvidos na fisiopatologia do THB incluem  alterações em sistemas de neurotransmissão, segundos-mensageiros, vias de  transcrição de sinal e regulação na expressão gênica. Apesar da grande  quantidade e diversidade de estudos avaliando a biologia da doença, ainda pouco  se sabe sobre a real associação entre os achados neurobiológicos do THB e as  alterações comportamentais e neurovegetativas observadas nesses pacientes.  Novos estudos em diferentes áreas como genômica, proteômica e metabolômica em  diversos paradigmas no Transtorno Bipolar.</p>
<p>  As perspectivas mais promissoras no  estudo das bases biológicas da bipolaridade parecem estar associadas com a  realização de estudos genéticos, de biologia molecular e neuroimagem funcional  em portadores. Essas linhas de pesquisa têm provido descobertas recentes e  ainda poderão trazer importantes contribuições sobre a etiopatogenia do THB.</p>
<p>  O uso continuado dos estabilizadores do humor parece ser fundamental não  somente para manter o quadro de humor estável, mas também para evitar o  surgimento de modificações bioquímicas relacionadas a certo grau de dano  neural. Por outro lado, a nãoaderência ao tratamento farmacológico e a  conseqüente agudização do THB pode determinar danos celulares secundários e  alterar de forma consistente, e por vezes irreversível, o processo cognitivo e  o curso e prognóstico da doença. </p>
<p>  Estudos que avaliem a modulação  induzida pelos estabilizadores de humor em sistemas de neurotransmissão e  neuroproteção neurônio-gliais poderão prover novos conhecimentos sobre a  neurobiologia e auxiliar a descoberta de novas opções terapêuticas para o  tratamento dos pacientes portadores dessa doença tão complexa. Ainda, o  surgimento de novos fármacos com propriedade de estabilizar o humor, o  refinamento diagnóstico, as estimativas de uma maior prevalência, o risco de  suicídio, assim como os prejuízos sociais causados para o indivíduo portador do  transtorno, sua família e a sociedade enfatizam a importância de cada vez mais  este transtorno ser estudado de forma sistemática, continuada e crítica. </p>
<p><strong><em>Rodrigo Machado-Vieira</em></strong><em> é professor  orientador do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e pesquisador- LIM27,  Instituto de Psiquiatria, FMUSP.<br />
</em>Contato: <a href="mailto:rvieira@usp.br">rvieira</a><a href="mailto:rvieira@usp.br">@</a><a href="mailto:rvieira@usp.br">usp</a><a href="mailto:rvieira@usp.br">.</a><a href="mailto:rvieira@usp.br">br</a><strong></strong></p>
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		<title>Curso de Atualização - Tratamento multidisciplinar na doença de Alzheimer: da teoria à prática</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/1011/curso-de-atualizacao-tratamento-multidisciplinar-na-doenca-de-alzheimer-da-teoria-a-pratica/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 13:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agenda científica]]></category>

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		<description><![CDATA[O Centro de Estimulação para Idosos (CEI) do Instituto de Psiquiatria do HC FMUSP está com inscrições abertas para profissionais graduados e estudantes do último ano de cursos da área de saúde participarem do curso de Atualização - Tratamento multidisciplinar na doença de Alzheimer: da teoria à prática. O curso acontecerá entre os meses de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Estimulação para Idosos (CEI) do Instituto de Psiquiatria do HC FMUSP está com inscrições abertas para profissionais graduados e estudantes do último ano de cursos da área de saúde participarem do curso de Atualização - <strong>Tratamento multidisciplinar na doença de Alzheimer: da teoria à prática</strong>. <span id="more-1011"></span>O curso acontecerá entre os meses de março a junho e contará com módulos teóricos e prática observacional. Vejam a nossa programação:</p>
<p><strong>Módulo 1</strong> - Tratamento da doença de Alzheimer: 03/03/2012<br />
<strong>Módulo 2</strong> - Atividade Física e Fisioterapia: 31/03/2012<br />
<strong>Módulo 3</strong> - Estimulação Cognitiva e atividades recreativas: 14/04/2012<br />
<strong>Módulo 4</strong> - Arteterapia: 12/05/2012<br />
<strong>Módulo 5</strong> - Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia: 02/06/2012<br />
<strong>Módulo 6</strong> - Apoio aos Familiares e Cuidadores: 30/06/2012</p>
<p><a href="http://www.neurociencias.org.br/download/136/"><img class="alignnone size-large wp-image-1013" src="http://www.neurociencias.org.br/wp-content/uploads/cartaz-curso-de-atualizacao-688x1023.jpg" alt="" width="550" height="818" /></a></p>
<p><a href="http://www.neurociencias.org.br/download/136/">Veja nosso folder para mais informações.</a></p>
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		<title>Desregulação de MicroRNA Neuronal em Resposta ao β-Amilóide da Doença de Alzheimer</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/964/desregulacao-de-microrna-neuronal-em-resposta-ao-%ce%b2-amiloide-da-doenca-de-alzheimer/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 02:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa,  caracterizada pela perda progressiva de memória e de funções cognitivas. Dois  achados bioquímicos importantes, típicos da DA,   podem ser observados em pacientes acometidos pela doença: a formação de  emaranhados de neurofibrila; e a de placas de peptídeo β-amilóide (Aβ), ambas  na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa,  caracterizada pela perda progressiva de memória e de funções cognitivas. Dois  achados bioquímicos importantes, típicos da DA,   podem ser observados em pacientes acometidos pela doença: a formação de  emaranhados de neurofibrila; e a de placas de peptídeo β-amilóide (Aβ), ambas  na região do hipocampo (uma região específica do cérebro). </p>
<p><span id="more-964"></span></p>
<p>A pesquisa de Schonrock e colaboradores teve o objetivo de  verificar a influência do Aβ na expressão de micro RNAs (miRNA).</p>
<p>miRNAs são pequenas moléculas de RNA, de aproximadamente 22  nucleotídeos, não codificantes, ou seja, não são traduzidos para a formação de  proteínas. Tais moléculas, quando associadas a determinado complexo protéico,  apresentam função muito importante para o metabolismo celular: silenciar a  tradução de RNAs mensageiros (mRNA), que, esses sim, codificam proteínas.</p>
<p>Com os estudos que temos hoje, ainda não se sabe se é mesmo  a atividade dos miRNAs que influenciam na formação do Aβ, ou se é este peptídeo  que, de alguma maneira, regula a expressão dos miRNAs.</p>
<p>A fim de se conhecer um pouco melhor o efeito do Aβ sobre  células neuronais, foram realizados dois modelos de pesquisa: o <em>in vitro</em>, baseado na cultura de células,  tratadas com o peptídeo; e o <em>in vivo</em>,  relacionado ao estudo de animais vivos, geneticamente modificados para simular  a DA, nesse caso. A comparação entre os dois modelos é um método bastante  elegante para se verificar os efeitos isolados do Aβ. Conhecendo tais efeitos  na cultura, pode-se compará-los àqueles decorrentes da DA, apresentadas pelo  modelo animal.</p>
<p>A partir dessa pesquisa, resultados importantes foram  obtidos. A expressão de miRNA neuronal varia com a exposição do neurônio ao Aβ.  Ao final do experimento, observou-se menor expressão de 47% dos miRNAs e maior  de outros 18%. Os miRNA que apresentaram variações estatisticamente  significativas tiveram seus genes<br />
alvos pesquisados, bem como as vias em que atuam cada gene.  Foram encontradas relações entre as vias pesquisadas e os processos  fisiopatológicos neuronais. Uma importante semelhança na expressão de miRNAs  foi observada entre pesquisas com humanos e com camundongos, como mostram os  resultados obtidos por Schonrock <em>et al</em>.  A partir dos experimentos, pôde-se notar que a Aβ é um forte regulador de  miRNAs tanto <em>in vitro</em> quanto <em>in vivo</em>. Em suma, as descobertas sugerem  que a desregulação de miRNAs em resposta a um estímulo da Aβ pode ser um  importante fator contribuinte na cascata de eventos que dirige à DA.</p>
<p><strong>Sinópse preparada por:</strong> Victor Junji Yamamoto<br />
  <strong>Supervisão:</strong> Carolina Martins do Prado</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Schonrock N, Ke YD, Humphreys D, Staufenbiel M, Ittner LM, Preiss T, Götz J  (2010) <strong>Neuronal MicroRNA Deregulation in Response to Alzheimer’s Disease  Amyloid-</strong><strong>β</strong>.  PLoS One ; 5(6): e11070</p>
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		<title>Intervenções não-farmacológicas no tratamento da depressão no idoso</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/979/intervencoes-nao-farmacologicas-no-tratamento-da-depressao-no-idoso/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 14:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agenda científica]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Coordenado pelo Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria – IPq HCFMUSP, será realizado em 29/10/2011 das 9h às 16h30, no anfiteatro do 4º andar. Voltado a psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e outros profissionais de saúde, tem como objetivo atualização das intervenções não-farmacológicas utilizadas no tratamento da depressão no paciente idoso (psicoterapia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coordenado pelo Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria – IPq HCFMUSP, será realizado em <strong>29/10/2011 das 9h às 16h30, no anfiteatro do 4º andar</strong>. Voltado a psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e outros profissionais de saúde<span id="more-979"></span>, tem como objetivo atualização das intervenções não-farmacológicas utilizadas no tratamento da depressão no paciente idoso (psicoterapia psicodinâmica, terapia cognitivo comportamental, terapia de grupo, atividade física, consciência corporal, nutrição, outras).</p>
<p><strong>Organização:</strong> Dra. Dorli Kamkhagi e Dr. Breno Satler Diniz.</p>
<p><strong>Taxas:</strong><strong></strong> R$ 100,00 (sócios da ABP ou da ABRANEC) e R$ 120,00 (outros).</p>
<p><strong>Informações e inscrições:</strong> Tel.: (11) 3231-3555; <a href="mailto:workshop.lim27@gmail.com">workshop.lim27@gmail.com</a></p>
<p><div id="attachment_984" class="wp-caption aligncenter" style="width: 225px"><a href="http://www.neurociencias.org.br/wp-content/uploads/workshop-intervenccca7acc83o-nao-famacologica-idosos1.jpg"><img class="size-medium wp-image-984 " title="Cartaz" src="http://www.neurociencias.org.br/wp-content/uploads/workshop-intervenccca7acc83o-nao-famacologica-idosos1-215x300.jpg" alt="Clique para ampliar o cartaz" width="215" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar o cartaz</p></div></p>
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		<item>
		<title>Neurogênese Adulta: Possível via terapêutica para danos cerebrais e doenças neurodegenerativas</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/961/neurogenese-adulta-possivel-via-terapeutica-para-danos-cerebrais-e-doencas-neurodegenerativas/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 02:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante quase todo o século 20, o  &#8220;dogma central da neurobiologia&#8221; dizia que a neurogênese (o nascimento de  neurônios novos) ocorria apenas durante o desenvolvimento embrionário e que o  sistema nervoso central adulto era estático, sem capacidade de regeneração.  Essa noção foi desafiada pela primeira vez apenas na década de 1960, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante quase todo o século 20, o  &ldquo;dogma central da neurobiologia&rdquo; dizia que a neurogênese (o nascimento de  neurônios novos) ocorria apenas durante o desenvolvimento embrionário e que o  sistema nervoso central adulto era estático, sem capacidade de regeneração.  <span id="more-961"></span>Essa noção foi desafiada pela primeira vez apenas na década de 1960, quando  Joseph Altman e colegas detectaram divisão celular pelo método de autorradiografia,  mostrando novos neurônios no hipocampo e no bulbo olfatório de ratos adultos.  Apenas na década de 1990, com o isolamento de células-tronco neuronais  multipotentes do cérebro de camundongos adultos e com a demonstração de células  em divisão na Zona Subventricular com capacidade migratória e de se tornarem  neurônios, é que a idéia da neurogênese adulta em mamíferos foi amplamente  aceita. Já no cérebro humano, somente nos anos 2000 é que vem sendo estudado e  evidenciado que a neurogênese ainda ocorre na fase adulta, mesmo em sujeitos  idosos, entretanto, as interações, funções e organização dessas células ainda  continuam incertas. Agora está estabelecido que a neurogênese continua durante  a fase adulta em pelo menos duas áreas do cérebro de mamíferos: (1) na Zona  Subventricular ao redor dos ventrículos laterais e (2) na Zona Subgranular na  região do hipocampo.</p>
<p>No sistema olfatório, as células-tronco residem na Zona  Subventricular, região composta por astrócitos, por células proliferativas com  alta capacidade mitótica e por neuroblastos jovens. Astrócitos são  originalmente células da glia, os quais se acreditava terem apenas função  estrutural e de regulação de algumas substâncias no sistema nervoso, porém,  especialmente na Zona Subventricular apresentam características únicas de  células-tronco, podendo se dividir em células proliferativas e neuroblastos  migratórios. Os neuroblastos jovens gerados na Zona Subventricular se organizam  em cadeia e migram junto a Via Migratória Rostral, estrutura em forma de tubo  composta por células da glia e vasos sanguíneos que possui grande interação com  as células migratórias, onde a maior parte dessas células se direciona para o  bulbo olfatório, órgão responsável pelo sentido olfativo e sua memória, se  desprendendo e migrando para suas posições finais, sendo diferenciados em  interneurônios e integrados à circuitaria neuronal. Na região do hipocampo, as  células-tronco da Zona Subgranular se dividem em neuroblastos jovens que migram  por uma curta distância até o giro denteado, onde se diferenciam em células  granulares e se integram à circuitaria neuronal.</p>
<p>A neurogênese em ambas Zona Subventricular e Zona  Subgranular está envolvida em alguns tipos de aprendizado, embora suas funções  não sejam completamente conhecidas. A significância das funções da neurogênese  adulta na Zona Subventircular ainda é incerta, mas sabe-se que há uma melhoria  da memória de odores quando neuroblastos migram para o bulbo olfatório, e que  esse não é o único alvo possível durante o percurso pela Via Migratória Rostal,  o que foi visto em modelos animais de derrame cerebral apresentando lesão no  córtex motor e no córtex somatosensorial, onde células progenitoras migraram  para o local danificado e se diferenciaram em neurônios. Além da forte relação  com o aprendizado e a memória, a neurogênese no hipocampo também tem um papel  na regulação do humor, o que leva à hipótese de que transtornos de humor  estejam relacionados a alterações na neurogênese adulta. </p>
<p>Desde que a neurogênese adulta foi devidamente reconhecida,  muito progresso tem sido feito no entendimento de sua regulação e suas funções.  Existe um grande interesse na possibilidade de reposição neuronal em casos de  danos cerebrais ou doenças neurogenerativas, envolvendo o uso terapêutico em  humanos desse crescimento neuronal adulto, no entanto, muito ainda deve ser  estudado para compreendermos melhor as vantagens evolucionais desses processos  e sua complexidade funcional, para que possamos algum dia usar esse  conhecimento em nosso benefício. </p>
<p><strong>Sinópse por:</strong> Paulo Vinicius G.  H. Amorim<br />
  <strong>Supervisão: </strong>Evelin Schaeffer</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Whitman MC, Greer CA. Adult neurogenesis and the  olfactory system. Prog Neurobiol 2009;89(2):162-75.</p>
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		<title>Interação entre Cdk5 e GSK3β mediada por sinalização de neuroreguladores leva a efeitos diferenciados na fosforilação da Tau e no processamento da APP</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 02:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Doença de  Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa associada ao acúmulo intracelular de Tau hiperfosforilada na forma de emaranhados, e acúmulo  extracelular do peptídeo β amiloide (Aβ) na forma de placas. Tau é uma proteína  responsável por estabilizar e promover a polimerização dos microtúbulos  neuronais. O estado de fosforilação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Doença de  Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa associada ao acúmulo intracelular de Tau hiperfosforilada na forma de emaranhados, e acúmulo  extracelular do peptídeo β amiloide (Aβ) na forma de placas. Tau é uma proteína  responsável por estabilizar e promover a polimerização dos microtúbulos  neuronais.<span id="more-958"></span> O estado de fosforilação da Tau é  balanceado pela atividade de múltiplas proteínas quinases e fosfatases. A  quinase dependente de ciclina 5 (Cdk5) e a glicogênio sintase quinase 3 beta  (GSK3B) foram identificadas como principais candidatas para a patogênese da  doença, pois ambas fosforilam a Tau levando à sua agregação nos neurônios, além  de regularem a produção de Aβ <em>in vivo</em>. Seu  estado de fosforilação se modifica durante o desenvolvimento e maioridade, e o  aparecimento de sítios hiperfosforilados estão relacionados ao estado de  doença.</p>
<p>  Alguns estudos independentes sugerem  uma relação intrínseca entre a atividade da Cdk5 e a via de neuroregulação.  Neuregulin-1 (NRG-1) é parte de uma família de fatores de crescimento, a qual  inclui fatores de crescimento de células glia e fatores de diferenciação neuronal.  Receptores de NRG (ErbB) são requeridos para o processo de mielinização e,  tanto o nível quanto a atividade do NRG-1, são muito elevados durante a  mielinização na primeira semana neonatal. A atividade da Cdk5 regula a via  neuregulin/ErbB fosforilando os sítios do ErbB. Estudos mostram que a Cdk5 pode  regular negativamente a atividade da GSK3B pela sinalização da via  neuregulin/ErbB. A geração de Aβ está relacionada à melhora da atividade da  Cdk5, considerando que a fosforilação da Tau está ligada à atividade da GSK3B.</p>
<p>  Para elucidar os efeitos  diferenciados da Cdk5 e da GSK3B nos processos descritos, Wen e colaboradores,  em 2008, utilizaram camundongos jovens e de mais idade para fazer tal  comparação. Camundongos jovens tiveram elevada concentração de Aβ e diminuição  dos níveis de Tau fosforilada. Desta maneira, a Cdk5 aparece como importante  integrante na regulação do processo amiloidogênico da APP (proteína percursora  da amiloide), considerando que a GSK3β possui participação global na  fosforilação da Tau. Em camundongos velhos, a fosforilação inibitória da GSK3B  no seu sítio Ser9 se apresentou reduzido em relação ao camundongo jovem. O  nível de Aβ se manteve elevado enquanto que a Tau fosforilada se mostrou  inalterada com tendência a aumentar, sugerindo que a atividade da GSK3B aumenta  com o envelhecimento. A inibição da Cdk5 por um inibidor específico reduz a sua  atividade, levando à redução da produção de Aβ em ambos os camundongos, jovens  e velhos. </p>
<p>  Constatou-se que ao administrar um  inibidor de Cdk5 em camundongos velhos, a inibição da Cdk5 reduz os níveis de  Aβ e a Tau fosforilada mostrou uma tendência a aumentar. Assim sendo, os  inibidores de Cdk5 podem não ser efetivos em atuar na fosforilação da Tau em  idosos.</p>
<p><strong>Sinópse preparada por:</strong> Marília Palma Fabiano de Carvalho<br />
<strong>Supervisão:</strong> Helena  Passareli Giroud Joaquim</p>
<p><strong>Fonte  bibliográfica: </strong>Yi  Wen, Emmanuel Planel, Mathieu Herman, Helen Y. Figueroa, Lili Wang, Li Liu,  Lit-Fui Lau, Wai Haung Yu, and Karen E. Duff.&nbsp;<u>Interplay between Cyclin-Dependent Kinase 5 and Glycogen Synthase Kinase  3 Mediated by Neuregulin Signaling Leads to Differential Effects on Tau  Phosphorylation and Amyloid Precursor Protein Processing</u>. The Journal of Neuroscience, March 5,  2008 • 28(10): 2624 –2632.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Comparação dos níveis de citosina em pacientes com transtorno bipolar em depressão, mania e eutímicos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 02:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O transtorno bipolar é uma condição debilitante e de alta  prevalência, cuja neurobiologia e fisiopatologia ainda não são completamente  compreendidas. Em estudos recentes foram descritos prejuízos na  neuroplasticidade           e  sobrevivência neuronal no transtorno. As citosinas possuem um papel importante  na sobrevivência neuronal, assim como são potenciais mediadores da interação  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é uma condição debilitante e de alta  prevalência, cuja neurobiologia e fisiopatologia ainda não são completamente  compreendidas. Em estudos recentes foram descritos prejuízos na  neuroplasticidade           e  sobrevivência neuronal no transtorno. As citosinas possuem um papel importante  na sobrevivência neuronal, assim como são potenciais mediadores da interação  entre o sistema imune e neuroendócrino com vias específicas envolvidas no  humor, energia e controle de atividades.<span id="more-954"></span> Estudos anteriores sugerem a  associação entre mania e depressão bipolares com estados pró-inflamatórios.</p>
<p>  Com o intuito de verificar quais mudanças nos níveis de  citosina estão associadas a episódios de humor e quais são mudanças mais  duradouras, pesquisadores brasileiros compararam os níveis de citosinas, como  TNF-α, IL-2, IL-4, IL-6, IL-10 e IFN-γ, entre pacientes bipolares em estado  depressivo, maníaco e eutímico com controles, através da medição da  concentração de citosinas, em amostras de soro, por meio de citometria de  fluxo.</p>
<p>  O estudo mostrou níveis aumentados das citosinas  pró-inflamatórias IL-2, IL-4 e IL-6 em estado maníaco quando comparados aos  controles, enquanto que apenas a IL-6 estava aumentada em estado depressivo.  Exceto por IL-4, não houve diferença significativa nos níveis de citosinas em  pacientes bipolares eutímicos quando comparados com controles. Sintomas de  humor mostraram uma correlação positiva com IL-2 e IL-6. Esses resultados estão  de acordo com achados anteriores, sugerindo que mudanças em citosinas  pró-inflamatórias podem estar associadas com a fisiopatologia do transtorno  bipolar e à resposta farmacológica a estabilizadores de humor.</p>
<p><strong>Sinopse preparada por:</strong> Julia Fernandes Bezerra<br />
<strong>Supervisão: </strong>Vanessa de Jesus Rodrigues de Paulo</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Brietzke, E. et al. 2009. <strong>Comparison of cytokine levels in  depressed, manic and euthymic patients with bipolar disorder</strong>. Journal of Affective Disorders  116: 214–217</p>
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		<title>Vaga para pesquisa em Genética dos Transtornos Alimentares</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 00:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Vaga para doutorado ou pós-doutorado em Genética dos Transtornos Alimentares a ser realizado no Laboratório de Neurociências (LIM-27) em conjunto com o Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (AMBULIM) ambos do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Pós-graduação pelo Programa em Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vaga para <strong>doutorado ou pós-doutorado em Genética dos Transtornos Alimentares</strong> a ser realizado no Laboratório de Neurociências (LIM-27) em conjunto com o Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares (AMBULIM) ambos do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.<br />
<span id="more-967"></span><br />
Pós-graduação pelo Programa em Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP, sob a orientação do Prof. Táki Athanássios Cordás, Coordenador do AMBULIM do IPQ-HCFMUSP.</p>
<p>Interessados, enviar carta de apresentação e currículo lattes completo<br />
em PDF para: <a href="mailto:contato@neurociencias.org.br">contato@neurociencias.org.br</a></p>
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		<title>O efeito da doença neurológica na produção artística</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 02:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No cérebro há várias áreas associadas à  habilidade artística. Os lobos frontais dos seres humanos são altamente  desenvolvidos em comparação aos dos primatas, que não têm a possibilidade de  produzir arte; portanto, é razoável deduzir que a arte emerge a partir dessas  estruturas. Entretanto, parece mais provável que os lobos parietais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No cérebro há várias áreas associadas à  habilidade artística. Os lobos frontais dos seres humanos são altamente  desenvolvidos em comparação aos dos primatas, que não têm a possibilidade de  produzir arte; portanto, é razoável deduzir que a arte emerge a partir dessas  estruturas. <span id="more-949"></span>Entretanto, parece mais provável que os lobos parietais  posteriores, especialmente do lado direito do cérebro, são cruciais para a  capacidade de executar uma produção artística.</p>
<p>  O hemisfério esquerdo, responsável pela  linguagem, é frequentemente considerado dominante; contudo, quando pessoas que  desenvolvem trabalhos artísticos são estudadas, torna-se claro que o hemisfério  direito é importantíssimo de um modo diferente; ele possibilita que as pessoas  copiem imagens, evoquem imagens internas e as reproduzam no papel; também  permite que se realize uma associação simultânea entre movimento, sons,  sentimentos e visões, atividade esta que, provavelmente, é exclusiva dos seres  humanos. </p>
<p>  Sabe-se que lesões no lobo parietal  posterior direito causam a perda da aptidão artística. Foi observado em um  paciente que sofreu uma série de Acidentes Vasculares Cerebrais o declínio  dessa capacidade. Antes do AVC, ele tinha habilidade para capturar detalhes  realistas, além do senso de movimento no desenho de uma bicicleta e seu  condutor. Após o primeiro AVC, o paciente desenhou a mesma imagem, porém sem a  sensação de movimento e drasticamente simplificada. Depois do segundo AVC, sua  capacidade foi ainda mais devastada.</p>
<p>  Mendez e colaboradores (1990), em uma  comparação entre trinta pacientes com Doença de Alzheimer e controles, encontraram  que os primeiros apresentaram preservados a acuidade visual e o reconhecimento  de cores, e reduzida a habilidade de avaliar figuras complexas e reconhecer  visualmente objetos comuns e rostos famosos.</p>
<p>Apesar disso, as pessoas com doença de Alzheimer  conseguem produzir arte a partir de suas habilidades ainda preservadas. Por exemplo, uma pintura  executada por um artista com doença de Alzheimer pode perder em formas e  realismo, mas pode ter composição e cores interessantes.</p>
<p>  A expressão artística  reflete os sistemas emocional, perceptual, conceitual e motor da pessoa,  oferece informações sobre o funcionamento do cérebro, além de ser terapêutica.  Os pacientes com doenças neurológicas podem expressar-se através da arte e esta  atividade deve até mesmo ser incentivada, pois propicia o reconhecimento e a  relativa manutenção das suas habilidades remanescentes. Em alguns casos, as  pessoas até mesmo desenvolvem capacidades que não existiam antes da doença. </p>
<p><strong>Comentário feito por:</strong>&nbsp; Eliana Cecilia Ciasca. Arteterapeuta, Terapeuta Familiar</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<ul>
<li>  Creativity in the Context of Neurologic Illness – Miller,  Bruce L. CNS Spectrums – The International Journal of Neuropsychiatric  Medicine. Creativity  and Dementia: Emerging Diagnostic and Treatment Methods for Alzheimer’s  Disease.<br />
    CNS Spectr 13:2  (Suppl 2), 2008, February.</li>
<li> Neuropsychology and Behavioral Neurology, Volume 88.<br />
    Georg Goldenberg, Bruce L. Miller. 2008. Visual art  and the brain, 471 Anli Liu, Bruce  L. Miller.</li>
<li>American Academy of Neurology - 1990;40:439.<br />
    M.  F. Mendez, M. A. Mendez, R. Martin, K. A. Smyth, P. J. Whitehouse. </li>
</ul>
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		<item>
		<title>1º Congresso Sul-Americano de Esquizofrenia</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/882/1%c2%ba-congresso-sul-americano-de-esquizofrenia/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 02:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agenda científica]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[5 a 7 de agosto de 2011
Local: Centro de Convenções Rebouças
É um prazer anunciar o Primeiro Congresso Sul-Americano de Esquizofrenia com o apoio da Schizophrenia International Research Society. Esse evento contará com a colaboração de membros da Associação Brasileira de Psiquiatria e da Associação Brasileira de Neurociência Clínica. Palestrantes convidados: Sir Robin Murray (Grã-Bretanha), John [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.neurociencias.org.br/wp-content/uploads/cong_esq.jpg"><img src="http://www.neurociencias.org.br/wp-content/uploads/cong_esq-300x82.jpg" alt="cong_esq" title="cong_esq" width="300" height="82" class="alignleft size-medium wp-image-883" /></a><br />
<strong>5 a 7 de agosto de 2011</p>
<p>Local: Centro de Convenções Rebouças</strong></p>
<p>É um prazer anunciar o <strong>Primeiro Congresso Sul-Americano de Esquizofrenia</strong> com o apoio da <strong>Schizophrenia International Research Society</strong>.<span id="more-882"></span> Esse evento contará com a colaboração de membros da Associação Brasileira de Psiquiatria e da Associação Brasileira de Neurociência Clínica. Palestrantes convidados: Sir Robin Murray (Grã-Bretanha), John Kane (EUA), Lynn DeLisi (EUA), René Kahn (Holanda) com tradução simultânea disponível.</p>
<p>Programe a sua participação.</p>
<p>Submissão de posteres ou apresentações orais até 10 de junho de 2011</p>
<p>Maiores informações: <a target="_blank" href="http://www.sirssouthamerica.org/">http://www.sirssouthamerica.org/</a><br />
Inscrições: <a href="https://www.planningpoint.net/V2/Registrations/index.cfm?EventID=1586%20" target="_blank">clique aqui</a></p>
<p><a href="http://www.neurociencias.org.br/download/134/">Faça o download do cartaz do evento.</a></p>
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