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	<title>Laboratório de Neurociências - LIM-27</title>
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	<description>Laboratório de Neurociências (LIM27), Instituto de Psiquiatria (IPq), Hospital das Clínicas (HC), Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)</description>
	<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 19:32:31 +0000</pubDate>
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		<title>I Simpósio de Atualização em Psicofarmacologia Geriátrica</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 02:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agenda científica]]></category>

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		<description><![CDATA[Sob a coordenação do Dr. Sergio Ricardo Hototian e Dr. Orestes V. Forlenza, o I Simpósio de Atualização em Psicofarmacologia Geriátrica será realizado nos dias 22 e 23 de outubro de 2010.
Local: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa
Rua Cel. Nicolau dos Santos, 69 - São Paulo - SP - Brasil
Supervisão científica: Equipe Check-Up de Memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sob a coordenação do Dr. Sergio Ricardo Hototian e Dr. Orestes V. Forlenza, o <strong>I Simpósio de Atualização em Psicofarmacologia Geriátrica</strong> será realizado nos dias<strong> 22 e 23 de outubro de 2010.</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa<br />
Rua Cel. Nicolau dos Santos, 69 - São Paulo - SP - Brasil</p>
<p><strong>Supervisão científica:</strong> Equipe Check-Up de Memória do Hospital Sírio-Libanês</p>
<p><strong>Público-alvo: </strong>Médicos psiquiatras, clínicos gerais, cardiologistas, geriatras e especialidades afins.</p>
<p><strong>Objetivo geral: </strong>Atualização terapêutica na prática da psicofarmacologia geriátrica.</p>
<p><a href="http://fe1.voxblue.com/voxblue-web/d/114103123/31902187.vb" target="_blank">Clique aqui para mais informações.</a></p>
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		<title>“Test your memory” – um novo instrumento para o rastreio da Doença de Alzheimer?</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/764/%e2%80%9ctest-your-memory%e2%80%9d-%e2%80%93-um-novo-instrumento-para-o-rastreio-da-doenca-de-alzheimer/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 02:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  A doença de Alzheimer  (DA) é uma síndrome neurodegenerativa progressiva e irreversível, de  aparecimento insidioso, que acarreta perda da memória e ao menos, outro distúrbio  como apraxia, agnosia e afasia. A DA é a causa mais comum de demência no idoso.  Estima-se que 24 milhões de pessoa sofram de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  A doença de Alzheimer  (DA) é uma síndrome neurodegenerativa progressiva e irreversível, de  aparecimento insidioso, que acarreta perda da memória e ao menos, outro distúrbio  como apraxia, agnosia e afasia. <span id="more-764"></span>A DA é a causa mais comum de demência no idoso.  Estima-se que 24 milhões de pessoa sofram de demência e que o número de pessoas  afetadas dobre em 20 anos. Ainda que não exista tratamento eficaz para a DA, sua  detecção em fases iniciais é de grande valor para o planejamento de  intervenções que retardem a evolução do quadro. Dentre essas, medidas como a  prescrição de drogas anticolinestarásicas  ou a inserção do paciente em abordagens, que amenizem o declínio cognitivo,  como a reabilitação neuropsicológica. Diante do envelhecimento da população  mundial e frente aos benefícios do diagnóstico precoce, nos deparamos com a  necessidade por testes rápidos e sensíveis. E ainda, que sejam de fácil  aplicação e correção para profissionais da atenção primária ou não  especializados. </p>
<p>Nessa perspectiva,  pesquisadores do Hospital de Addenbrooke, na Inglaterra, apresentaram um novo  instrumento de rastreio para perda cognitiva. Trata-se do “Test Your Memory” - TYM  (sigla em inglês para “teste sua memória”), cujo objetivo é a detecção da  Doença de Alzheimer. Quando comparado ao mini exame do estado mental (MEEM), o  TYM mostrou-se mais sensível (93% contra 52%), considerando uma pontuação ≤42  pontos.</p>
<p>O TYM foi idealizado  para ser auto-administrável e é realizado em folha própria, na qual o paciente  escreve as respostas. O teste é composto por dez itens e avalia diferentes  domínios: orientação (10 pontos), capacidade em copiar uma frase (2 pontos), conhecimento  semântico (3 pontos), cálculo (4 pontos), fluência verbal com restrição  categórica (4 pontos), semelhança (4 pontos), nomeação (5 pontos), habilidades  vísuo-espaciais (2 tarefas num total de 7 pontos) e memória (6 pontos). A  quantidade de ajudas necessárias para completar o teste também é avaliada (5  pontos), oferecendo a possibilidade de o sujeito atingir o total de 50 pontos. O  tempo estimado para sua aplicação é cerca de 5 minutos. Como desvantagem, sua administração  deve ser numa folha específica. </p>
<p>Segundo os autores do  estudo, escolaridade e gênero teriam efeitos discretos na pontuação TYM. Com resultados  tão robustos, vem a pergunta: “será o TYM o sucessor do MEEM”? As perspectivas parecem  promissoras. </p>
<p><strong>Sinopse  preparada por:</strong> Cláudia Maia Memória<br />
  <strong>Fonte:</strong> Brown J, Pengas G, Dawson K, Brown, LA,  Clatworthy P. <strong>Self administered  cognitive screening test (TYM) for detection of Alzheimer’s disease: cross  sectional study</strong><strong>.</strong> BMJ. 2009 Jun; 338:b2030.</p>
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		<title>Síndrome metabólica parece não aumentar o risco de desenvolver demência na Terceira idade</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/761/sindrome-metabolica-parece-nao-aumentar-o-risco-de-desenvolver-demencia-na-terceira-idade/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 May 2010 02:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A  doença de Alzheimer e o diabetes mellitus do tipo 2 são doenças comuns no mundo  industrializado, acometendo milhões de indivíduos. Diversos mecanismos  moleculares relacionam de alguma forma as duas doenças. A síndrome metabólica  (MetS) constitui um fator de risco importante para o desenvolvimento da  diabetes e doenças cardiovasculares, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  doença de Alzheimer e o diabetes mellitus do tipo 2 são doenças comuns no mundo  industrializado, acometendo milhões de indivíduos. Diversos mecanismos  moleculares relacionam de alguma forma as duas doenças. <span id="more-761"></span>A síndrome metabólica  (MetS) constitui um fator de risco importante para o desenvolvimento da  diabetes e doenças cardiovasculares, como a doença coronariana. A MetS é  composta por uma combinação de fatores tais como: obesidade abdominal,  hipertensão, dislipidemia e hiperglicemia. Trabalhos crescente têm associado a  MetS à doenças neurológicas também, como o acidente vascular cerebral. Alguns  estudos recentes envolvendo o metabolismo da glicose, sem diabetes, têm se  dedicado na avaliação de risco para o surgimento de demência, com destaque para  a doença de Alzheimer (DA).</p>
<p>Em  publicação recente, o grupo de Ravaglia, na Itália, investigou a associação  entre a MetS e demência incipiente, DA e demência vascular (DV) em idosos antes  e após os 75 anos de idade. O estudo prospectivo envolveu 749 participantes com  65 anos ou mais entre 1999 e 2000. Todos os idosos eram livres de declínio  cognitivo nesse período. Entre os anos de 2003 e 2004, foram avaliados para  detecção de demência. O diagnóstico de demência foi baseado segundo os  critérios do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais IV edição  e o diagnóstico de MetS respeitou os critérios do National Cholesterol  Education Program. Após os anos de observação, o risco para demência geral e  seus subtipos não foi associado com MetS ou a qualquer um de seus componentes  nos participantes com menos de 75 anos. Nos sujeitos com 75 anos ou mais, a  MetS foi associada a um menor risco para DA (risco relativo de 0.33, IC  95%=0.12-0.94), mas não para DV. A obesidade abdominal também foi associada a  um risco menor, mas para demência total (risco relativo de 0.53, IC 95%=0.28-0.98).  O sautores concluíram que a MetS não foi associada com maior risco de demência  e que pessoas com mais de 75 anos, portadoras de MetS, podem apresentar um  risco menor para DA. </p>
<p>O  estudo surpreende pelos resultados. Todos os componentes contribuintes da MetS  são identificados como fatores de risco para demência individualmente. Uma vez  que a síndrome apresenta uma associação desses fatores, a contribuição da MetS  para o desenvolvimento de demência seria óbvio. O contrário ocorreu no grupo  acima de 75 anos e naqueles com obesidade abdominal. Dessa forma, as teorias  metabólicas e o desenvolvimento de síndromes demenciais, como a DA, precisam  ser melhor elucidadas com novos estudos desenhados para estabelecer relações  causais mais robustas.</p>
<p><strong>Sinopse  preparada por:</strong> Ivan Aprahamian<br />
  <strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed?term=%22Forti%20P%22%5BAuthor%5D">Forti P</a>,  et al. Metabolic syndrome and risk  of dementia in older adults. <a href="javascript:AL_get(this,%20'jour',%20'J%20Am%20Geriatr%20Soc.');" title="Journal of the American Geriatrics Society."><em>J Am Geriatr Soc</em>.</a> 2010  Mar;58(3):487-92.</p>
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		<title>Diferenças entre homens e mulheres com esquizofrenia</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 15:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As  diferenças clínicas apresentadas por pessoas do sexo masculino e feminino  sempre foram de grande interesse para a obtenção de mais conhecimentos sobre o  curso da esquizofrenia.

Alguns  estudos, principalmente os de meta-análise, sugerem um discreto aumento na  incidência e prevalência da esquizofrenia entre os homens. Alguns autores  relatam que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As  diferenças clínicas apresentadas por pessoas do sexo masculino e feminino  sempre foram de grande interesse para a obtenção de mais conhecimentos sobre o  curso da esquizofrenia.</p>
<p><span id="more-758"></span></p>
<p>Alguns  estudos, principalmente os de meta-análise, sugerem um discreto aumento na  incidência e prevalência da esquizofrenia entre os homens. Alguns autores  relatam que pacientes do sexo masculino apresentam com maior frequencia  sintomas negativos e déficits cognitivos com evolução mais severa da doença do  que as mulheres.  A maioria das mulheres  com esquizofrenia apresenta sintomas afetivos, alucinações auditivas, porém  apresentam uma melhor função social. </p>
<p>No  estudo realizado por Thomas e colaboradores (2010) foram recrutados pacientes  da Índia (488 homens e 403 mulheres) e dos EUA (395 homens e 240 mulheres). As  Os pacientes foram questionados sobre sua escolaridade, uso de drogas e  histórica clínica. </p>
<p>Entre  os pacientes dos EUA, o diagnóstico de esquizofrenia foi mais freqüente nos  homens (66,6%) do que nas mulheres (50,8%). O uso da maconha (<em>Cannabis sativa</em>) também foi maior entre  os homens (73,6%) do que entre as mulheres (58,2%), porém as mulheres relataram  maior queixa de cefaléia (34,6%) e problemas hormonais (24,8%) do que os homens  (15,3% e 9%, respectivamente). A maioria dos homens (77,8%) não tinha filho e  não era casado (79,2%), enquanto a maioria (56,7%) das mulheres eram casadas e  tinham um ou mais filhos (47,5%).</p>
<p>Entre  os pacientes indianos, o consumo de álcool (27,5%) e drogas (5,9%) foi maior  entre os homens do que entre as mulheres (1,3 e 0,5%, respectivamente).</p>
<p>Em  países desenvolvidos, o sexo tem sido associado ao diagnóstico, ao status  marital e ao número de filhos, sendo que os homens apresentam um número maior  de hospitalizações do que as mulheres.</p>
<p>Portanto,  segundo os resultados obtidos pelo presente estudo, o sexo continua sendo um  fator importante para o diagnóstico e para curso da esquizofrenia, e os achados  estão de acordo com os dados já publicados na literatura, reforçando também a  idéia de que fatores ambientais e culturais podem influenciar no curso da  doença.</p>
<p><strong>Sinopse preparada  por:</strong> Karisa Cristina Rodrigues Belotto<br />
<strong>  Fonte:</strong> Thomas P, Wood J, Chandra A, Nimgaonkar VL,  Deshpande SN. Differences  among men and women with schizophrenia: a study of US and Indian samples. <em>Psychiatry Investig.</em> 2010 Mar;7(1):9-16. Epub  2010 Mar 10. </p>
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		<title>Envelhecimento e Deglutição</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 02:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Envelhecimento não ocorre igualmente em todo  ser humano. Alguns apresentam maiores dificuldades neste processo. Contudo, com  o avançar da idade, todos necessitam de atenção e cuidados específicos para que  isso ocorra de forma saudável. Envelhecer não é adoecer.
Neste processo, é fundamental acompanhar a  alimentação pois, mais do que uma necessidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Envelhecimento não ocorre igualmente em todo  ser humano. Alguns apresentam maiores dificuldades neste processo. Contudo, com  o avançar da idade, todos necessitam de atenção e cuidados específicos para que  isso ocorra de forma saudável. Envelhecer não é adoecer.</p>
<p>Neste processo, é fundamental acompanhar a  alimentação pois, mais do que uma necessidade, alimentar-se é também um ato de  socialização, que une pessoas e, satisfaz o prazer de comer. <span id="more-755"></span>Sensações estas,  que não precisam ficar apenas na lembrança do idoso.</p>
<p>O centro da deglutição é uma organização complexa  de elementos neurais no cortex e no tronco cerebral do sistema nervoso central  e, inlcui regiões específicas do cortex e duas areas primárias do tronco  cerebral (Bieger, Conklin, 1997). De acordo com Car (1977) e, Miller &amp;  Bowmann (1977), a estimulação da região ântero-lateral em frente ao cortex  pré-central elicia a deglutição, que está geralmente associada à mastigação,  mesmo se o cortex motor primário estiver destruído, indicando independência no  controle da deglutição. O cortex cerebral exerce significante controle sobre a  iniciação da deglutição e o nível de atividade neuromuscular durante a mesma.  Regiões corticais específicas podem se integrar ao tronco cerebral para ativar  e, controlar todas as fases da deglutição. (Car, 1973).</p>
<p>Assim, a deglutição é uma das funções biológicas  essenciais e, a organização neurológica é indispensável para o bom  funcionamento da mesma (Zemlin, 2000). O processo de deglutição pode  ser dividido em 3 fases que são estas: Bucal, Faríngea e Esofágica estas por  sua vez estão ritmicamente caracterizadas. (Machado, 2000)</p>
<p>A deglutição pode ser definida pelo ato de  engolir. Participam da mesma os músculos da face, língua, mastigatórios,  faríngeos, esofágicos e respiratórios. Os distúrbios neurológicos que  prejudicam a contração coordenada de qualquer um desses músculos podem causar  disfagia e secundariamente, obstrução das vias aéreas, pneumonia por aspiração  e desnutrição.</p>
<p>A disfagia é  uma alteração na deglutição, ou seja, no ato de engolir alimentos ou saliva.  Pode ocorrer em diferentes fases da vida, especialmente em idosos, podendo  trazer sérias conseqüências à saúde. </p>
<p>Na disfagia  ocorre um desvio do alimento ou da saliva, obstruindo, parcialmente ou  completamente as vias respiratórias. Esse desvio pode ser facilitado também  pelo envelhecimento natural de estruturas envolvidas na deglutição (lábios,  lingual, bochechas, etc.). </p>
<p>Além do  envelhecimento das estruturas, o acidente vascular encefálico (derrame),  traumatismo craniano, doenças neurológicas como Parkinson, Alzheimer,  distrofias musculares e câncer de cabeça e pescoço podem causar a disfagia. </p>
<p>Pode ainda  surgir devido a próteses dentárias mal adaptadas, refluxo gastro- esofágico  grave e, após longos períodos de entubação. </p>
<p>É necessário  o entendimento de que a disfagia além de provocar problemas emocionais e  isolamento social, causa problemas sérios como desidratação, desnutrição e  pneumonia, além do risco de morte por asfixia.</p>
<p>Há dois  tipos de Disfagia, são elas: Disfagia Orofaríngea e Disfagia Neurogênicas.</p>
<p>A disfagia orofaríngea deve ser entendida como um  distúrbio de deglutição, podendo ser congênita ou adquirida após  comprometimento neurológico, mecânico ou psicogênico. </p>
<p>As disfagias neurogênicas são desordens no  processo de deglutição causadas por doença ou trauma neurológico. As disfunções  neurogênicas podem afetar a ação muscular responsável pelo transporte do bolo  alimentar da cavidade oral para o esôfago. Clinicamente as disfagias orofaríngeas  podem manifestar-se por meio de uma série de sintomas, como desordem na  mastigação, dificuldade em iniciar a deglutição, regurgitação nasal, controle  da saliva diminuído ou tosse e engasgos durante as refeições, desnutrição,  desidratação, pneumonia aspirativa ou outros problemas respiratórios. Há também  uma diminuição da sensibilidade e do reflexo de tosse, além de comprometimentos  cognitivos.</p>
<p>Além disso, a Disfagia é uma característica comum  nas doenças degenerativas e, tende a piorar no decurso da doença. Os pacientes  devem ser periodicamente avaliados para se detectar se há piora progressiva da  deglutição e, se esta pode ser compensada; se há risco de aspiração pulmonar; e  se o estado nutricional do paciente se mantém estável, mesmo na vigência de alimentação  não –oral.</p>
<p>A Doença de Alzheimer é o tipo mais comum de  demência e, embora não ocorra o comprometimento da função sensório-motora, a  deterioração cognitiva global contribui para uma dependência alimentar  (Volicer, Seltzer, Rheaume, 1989). Sendo assim, nos estágios mais avançados da  doença, em que há rsico de aspiração pulmonar ou possibilidade de  comprometimento da nutrição e/ou hidratação do paciente, é comum a indicação de  vias alternativas de alimentação. (Horner, Alberts, Dawson, Cook, 1994).</p>
<p>Dessa forma, para diminuir as complicacões  provocadas pela disfagia, deve-se seguir as seguintes orientações, durante a  alimentação:</p>
<ul>
<li>Manter a postura ereta e  confortável, nunca comer deitado, salvo em caso de orientações específicas;</li>
<li>Comer sem pressa;</li>
<li>Manter a prótese dentária bem  adaptada;</li>
<li>Caso necessário ofereça  alimentos mais pastosos e líquidos mais grossos, pois o engasgo com alimento  líquido é o mais frequente.</li>
</ul>
<p>Assim, a disfagia vai além de um quadro de  distúrbio de deglutição, pois para muitos pacientes a presença deste pode  ocasionar severas complicações clínicas e sociais. Na disfagia, o profissional  não deve se preocupar em adequar o distúrbio ou apenas eliminar ou minimizar  riscos de aspiração, estes devem lembrar que o aspecto nutricional e pulmonar  do paciente são fundamentais. Quanto melhor o estado de nutrição do paciente,  melhores condições ele terá para manter seu estado clínico geral estável, para  se defender de aspirações e conseqüências e até mesmo para realizar as técnicas  terapêuticas</p>
<p>O paciente disfágico merece grande atenção quanto  à manutenção do estado nutricional, tendo em vista que a ingestão alimentar  adequada se torna muito difícil.&nbsp; Uma das medidas preventivas para se  evitar a desnutrição é a adoção da pratica periódica da avaliação nutricional.  Esta avaliação envolve exame das condições físicas do individuo. Uma dieta  adequada é composta por vários nutrientes necessários a manutenção do organismo  e aos processos vitais. Não existe uma dieta ideal, esta varia de acordo com as  necessidades do individuo. Esta deficiência é um fenômeno progressivo em  pacientes disfágicos, e técnicas diferentes de avaliação detectam estados de  adequação ou de deficiência nutricionais. </p>
<p>Quando o individuo não consegue ingerir  quantidades suficientes para manutenção do estado nutricional, lançamos mão de  algumas alternativas, como a utilização de dietas enriquecidas ou suplementos  nutricionais. Quando isto continua insuficiente, ou quando ocorrem riscos de  aspirações, o suporte nutricional por vias alternativas se faz necessário.  Assim, o acompanhamento nutricional do paciente disfágico deve ser individual,  procurando adequar a oferta de nutrientes às condições clínicas, junto com a  evolução terapêutica do paciente. (Furkim et AL, 2000).</p>
<p><strong>Sinopse preparada por</strong>: Roberta Massariolli Mirandez<br />
  <strong>Fonte:</strong> HORNER J, ALBERTS M, DAWSON D, COOK G. – <strong>Swallowing in Alzheimer`s disease.</strong> Alzheimer`s Dis Assoc Disord 1994; 8:1-13; ZEMLIN, W.R. <strong>Princípios de Anatomia e Fisiologia em  Fonoaudiologia</strong>. Porto Alegre: Artmed. 4a. Edição, 2000, p. 359;  MACHADO, A. <strong>Neuroanatomia Funcional</strong>.São  Paulo. Rio de Janeiro. Belo Horizonte.Atheneu, 2000, p.122; CAR A. – <strong>La commande corticale de La deglutition. II  Point dímpact bulbaire de La voie corticofuge deglutitrice</strong>. J Physiol  (Paris) 1973; 66:553-75; CAR A. – <strong>Etude  macrophysiologique et microphysiologique de La zone deglutitrice Du córtex  frontal</strong>. J Physiol (Paris) 1977; 73: 945-61; FURKIM, Ana Maria; SILVA,  Roberta Gonçalves da. <strong>Programas de  reabilitação em disfagia neurogênica. </strong>2. ed. São Paulo: Frontis ed., 2000.  51p</p>
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		<title>Fragilidade física e declínio cognitivo em idosos</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Ainda sabemos pouco sobre os fatores associados com o  desenvolvimento do comprometimento cognitivo leve (CCL) em idosos, sendo um  desafio pesquisar sobre o assunto. Tão importante quanto desenvolver novos tratamentos  farmacológicos e não farmacológicos para prevenir ou retardar o aparecimento da  demência, é essencial identificar os indivíduos que ainda não apresentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda sabemos pouco sobre os fatores associados com o  desenvolvimento do comprometimento cognitivo leve (CCL) em idosos, sendo um  desafio pesquisar sobre o assunto. Tão importante quanto desenvolver novos tratamentos  farmacológicos e não farmacológicos para prevenir ou retardar o aparecimento da  demência, é essencial identificar os indivíduos que ainda não apresentam  declínio cognitivo, mas que possuem alto risco para seu desenvolvimento. </p>
<p><span id="more-753"></span></p>
<p>O estudo de Boyle e seus colaboradores amplia o trabalho  sobre o declínio cognitivo e a síndrome da fragilidade em idosos e sugere que  as medidas de fragilidade física podem ajudar a identificar as pessoas  susceptíveis a desenvolver disfunção cognitiva e aquelas que são mais propensas  a se beneficiar de intervenções para manter a função cognitiva. Nesse estudo,  os autores observaram que 305 (40%) dos 761 idosos avaliados desenvolveram CCL  no período de 12 anos de acompanhamento. Um maior nível de fragilidade física  foi associado a um declínio cognitivo global e em cinco componentes cognitivos  específicos (memória episódica, memória semântica, memória de trabalho,  velocidade perceptual e habilidade visuoespacial). Foram avaliados quatro  componentes de fragilidade física nesses idosos (força  de preensão palmar, velocidade da marcha, composição corporal e fadiga).  Desses componentes, a força de preensão palmar e a velocidade da marcha foram  mais fortemente associadas ao CCL. O que está de acordo com estudos publicados  nos últimos anos, que sugerem que  as mudanças na marcha e na força de preensão palmar podem preceder o  diagnóstico do declínio cognitivo. A deficiência cortical do controle da marcha  e certos déficits motores são um dos primeiros achados clínicos precoces da  Doença de Alzheimer e outras demências. Nesse sentido, a avaliação das  alterações na marcha pode ser útil na prevenção de quedas, na avaliação do  declínio funcional, na detecção precoce em declínios cognitivos em estágio  inicial e na síndrome da fragilidade no idoso.</p>
<p>A constatação de que a fragilidade física está associada  ao declínio cognitivo tem importantes implicações na saúde pública. Políticas  públicas e pesquisas sobre o envelhecimento são cada vez mais centradas no  desenvolvimento de estratégias para manter a saúde cognitiva e funcional em  idosos objetivando um envelhecimento independente, autônomo e com qualidade. </p>
<p><strong>Sinopse preparada por:</strong> Sheila de Melo Borges <br />
  <strong>Fonte:</strong>  Boyle PA, Buchman AS, Wilson RS, Leurgans SE,  Bennett DA. Physical frailty is associated with incident mild cognitive  impairment in community-based older persons. <em>J Am Geriatr Soc</em>; 58:248–255, 2010. </p>
<p><strong>Artigos  complementares:</strong></p>
<ul>
<li>Aggarwal NT, Wilson RS, Beck TL, Bienas DA, Bennett. Motor Dysfunction in mild  cognitive impairmet and the risk of incident Alzheimer disease. <em>Arch Neurol</em>, 63; 1763-9, 2006.</li>
<li>Beauchet O, Allali, G, Berrut G, Hommet C, Dubost V, Assal F.  Gait analysis in dementia subjects: Interests  and perspectives. <em>Neuropsych Dis and  Treat</em>; 4(1):155-160, 2008. </li>
<li>Buchman AS, Wilson RS, Boyle PA, et al. Grip  strength and the risk of incident Alzheimer&#8217;s disease. <em>Neuroepidemiology</em>;29:66–73, 2007. </li>
<li>Buchman AS, Schneider JA, Leurgans S, Bennett DA. Physical frailty in older persons is associated with Alzheimer disease  pathology. <em>Neurology</em>;71(7):499-504,  2008.</li>
<li>Fried L, Ferrucci L,  Darer J, Williamson J, Anderso G. Untangling the concepts of disability,  frailty and comorbidity: implications for improved targeting and care. <em>J Geriatr Biol Sc Med Sc</em>;  59(3):255-263, 2004.</li>
<li>Gillain S, Warzee E, Lekeu F, Wojasik V, Maquet D, Croisier Jl, Salmon  E, Petermans J. The value of instrumental gait analysis in elderly helthy, MCI  or Alzheimer´s Disease subjects and a comparison with other clinical tests used  in sigle and dual-task conditions. <em>Annals  of Physical and Rehabilitation M</em>edice; 32:1-22, 2009.</li>
<li>Marquis  S, Moore MM, Howieson DB, Sexton G, Payami H, Kaye JAD, CamiciolI R.. Independent  Predictors of Cognitive Decline in Healthy Elderly Persons. <em>Arch Neurol;</em> 59: 601-606, 2002.</li>
<li>Verghese J, Wang C, Lipton RB, Holtzer R, Wue Xiaonan. Qualitative  gait  dysfunction and risk cognitive  decline and dementia. <em>J Nurol Neurosurg  Psychiatry</em>; 78:929-35, 2007.</li>
<li>Wait LM, Grayson DA, Piguet H, Creasy HP, Bennet GA. Gait Slowing as a  predictor of incident dementia: 6 years longitudinal data from the Sydney older person study. <em>J Neurol Sci</em>; 229: 89-93, 2005.</li>
<li>Wang L, Larson EB, Bowen JD, et al.  Performance-based physical function and future dementia in older people. <em>Arch Intern Med</em>;166:1115–1120, 2006. </li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lítio Protege Contra Demência?</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/748/litio-protege-contra-demencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 02:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisadores da Dinamarca investigaram se a  utilização do Lítio para o tratamento de pacientes com Transtorno Afetivo  Bipolar (TAB), está associada à diminuição de demência subsequente.
  Para isto, foram avaliados, no período de 1995 a  2005, pacientes diagnosticados com TAB, com idade acima de 40 anos e  que apresentaram quadro demencial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores da Dinamarca investigaram se a  utilização do Lítio para o tratamento de pacientes com Transtorno Afetivo  Bipolar (TAB), está associada à diminuição de demência subsequente.</p>
<p>  Para isto, foram avaliados, no período de 1995 a  2005, pacientes diagnosticados com TAB, com idade acima de 40 anos e  que apresentaram quadro demencial subsequente. <span id="more-748"></span>Um total de 4.856 pacientes foram  avaliados. Deste montante,  2.449 (50,4%)  pacientes foram expostos ao Lítio, 1.781 (37,6%) a anticonvulsivantes, 4.280  (88,1%) a antidepressivos e 3.901 (80,3%) a antipsicóticos. </p>
<p>  Destes, 216 pessoas receberam o diagnóstico de  demência durante o acompanhamento (103,6/10.000 pessoas por ano). Para  pacientes que fizeram uso de Lítio, o índice de demência diminuiu e se igualou  ao da população geral. Já para os pacientes que se tratavam com anticonvulsivantes,  houve um aumento da taxa de demência. Pacientes com uso de antidepressivos e  antipsicóticos não tiveram alterações nas taxas de demências.</p>
<p>  A prevalência de demência nos pacientes com TAB  neste estudo foi de 71,4/10.000 pessoas por ano, algo bem diferente da  prevalência dos pacientes que usaram Lítio (62,5/10.000 pessoas por ano).</p>
<p>  Apesar dos resultados, os anticonvulsivantes  foram associados a neuroproteção pela inibição   da GSK-3 (glicogénio sintase quinase-3) assim como o Lítio. Resultados  demonstraram que o Lítio aumentou a substância cinzenta e os níveis de N-acetil  aspartato apenas depois de 4 semanas de tratamento. </p>
<p>  Desta forma, conclui-se que o tratamento contínuo  com Lítio diminui os índices de demência em pacientes com TAB, diferentemente  dos pacientes tratados com anticonvulsivantes, antidepresivos e antipsicóticos.</p>
<p><strong>Sinopse  preparada por:</strong> Sivan Mauer<br />
<strong>Fonte:</strong> Kessing LV et at. Does Lithium  Protect Against Dementia? Bipolar  Disorder 2010 : 12: 87-94.</p>
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		<title>Estudo de eficácia e tolerabilidade do carbonato de lítio no tratamento do comprometimento cognitivo leve</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/739/estudo-de-eficacia-e-tolerabilidade-do-carbonato-de-litio-no-tratamento-do-comprometimento-cognitivo-leve/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 14:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas em andamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Responsáveis: Wagner F. Gattaz e Orestes V. Forlenza
Participantes: Breno Diniz, Márcia Radanovic, Franklin  Santos, Leda Talib
Apoio financeiro: CNPq, Alzheimer’s Association (Chicago,  EUA)

Resumo: Estudo clínico randomizado controlado duplo-cego  sobre os efeitos clínicos e biológicos do lítio na modificação da patogenia da  doença de Alzheimer. Considerando os benefícios hipotéticos do lítio sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Responsáveis:</strong> Wagner F. Gattaz e Orestes V. Forlenza</p>
<p><strong>Participantes:</strong> Breno Diniz, Márcia Radanovic, Franklin  Santos, Leda Talib<strong></strong></p>
<p><strong>Apoio financeiro:</strong> CNPq, Alzheimer’s Association (Chicago,  EUA)</p>
<p><span id="more-739"></span></p>
<p><strong>Resumo:</strong> Estudo clínico randomizado controlado duplo-cego  sobre os efeitos clínicos e biológicos do lítio na modificação da patogenia da  doença de Alzheimer. Considerando os benefícios hipotéticos do lítio sobre a  patogenia da DA, amplamente demonstrados em modelos experimentais e  corroborados por nossos achados clínicos em pacientes com transtorno bipolar,  estudaremos o potencial do lítio na prevenção de demência em uma coorte de  indivíduos idosos portadores de comprometimento cognitivo leve (CCL). Oitenta  pacientes portadores de CCL serão randomizados para receber tratamento  medicamentoso com carbonato de lítio (em doses suficientes para perfazerem  litemias de 0,25mEq/L a 0,5mEq/L) ou placebo. O estudo será realizado em 24  meses, com extensão até 48 meses, sendo feita uma avaliação clínica e  laboratorial inicial, re-avaliações clínicas trimestrais para o rastreio de  eventos adversos e semestrais para a determinação do estado cognitivo.  Variáveis e desfechos: (1) redução ou retardo na conversão do TCL para a DA;  (2) redução da incidência de demência em indivíduos idosos portadores de transtorno  bipolar, cognitivamente preservados no início do seguimento; (3) modificação de  parâmetros laboratoriais associados à patogenia da DA, sinalizando para uma  evolução mais branda dos processos neurodegenerativos, tais como: aumento da  atividade da PLA2 plaquetária, aumento dos títulos de Ab42, redução dos títulos de TAU  total e de fosfo-TAU no LCR, melhora ou estabilização de parâmetros  neurofisiológicos).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Efeitos do lítio sobre a expressão e atividade das enzimas fosfolipase A2 e glicogênio sintase quinase 3b e sua relação com o estado de fosforilação da proteína Tau</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/737/efeitos-do-litio-sobre-a-expressao-e-atividade-das-enzimas-fosfolipase-a2-e-glicogenio-sintase-quinase-3b-e-sua-relacao-com-o-estado-de-fosforilacao-da-proteina-tau/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 14:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas em andamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Responsável: Orestes Forlenza
Aluno participante: Vanessa de Jesus R. de Paula
Apoio financeiro: CAPES

Resumo: Em concentrações terapêuticas, o lítio inibe a  atividade das enzimas GSK3b e cPLA2 em neurônios, sem modificar a atividade da  sPLA2 e da iPLA2; a inibição da GSK3b pelo lítio pode reduzir o estado de  fosforilação da proteína Tau, enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Responsável:</strong> Orestes Forlenza</p>
<p><strong>Aluno participante: </strong>Vanessa de Jesus R. de Paula</p>
<p><strong>Apoio financeiro:</strong> CAPES</p>
<p><span id="more-737"></span></p>
<p><strong>Resumo:</strong> Em concentrações terapêuticas, o lítio inibe a  atividade das enzimas GSK3b e cPLA2 em neurônios, sem modificar a atividade da  sPLA2 e da iPLA2; a inibição da GSK3b pelo lítio pode reduzir o estado de  fosforilação da proteína Tau, enquanto a inibição da cPLA2 pode levar a um  efeito oposto, pela hiperfosforilação de epitopos independentes de GSK3b. Essas  ações são antagônicas no que diz respeito à preservação do citoesqueleto  neuronal e, portanto, ao potencial neuroprotetor do lítio na DA. Portanto, a  determinação simultânea dos efeitos do lítio sobre o estado de fosforilação da  proteína Tau, monitorando-se os mediadores dessas duas cascatas de sinalização  intracelular (GSK3b e PLA2), indicará o efeito biológico predominante,  contribuindo assim para o esclarecimento do potencial do lítio na terapêutica  modificadora da DA.Os objetivos deste projeto são: aaliar, em culturas  primárias de neurônios hipocampais, os efeitos do lítio sobre a expressão e a  atividade das enzimas fosfolipase A2 e glicogênio sintase quinase 3b; ivestigar  as vias de sinalização envolvidas na modulação do estado de fosforilação da  proteína Tau a partir da inibição da PLA2 em culturas primárias de neurônios.  Pretendemos adicionalmente aaliar, nesse modelo biológico, a atividade de  diferentes cinases (PKC, PKA,  CaMK-II e  GSK3b) a partir da inibição da PLA2 pelo lítio e pelo MAFP, um inibidor dual da  PLA2, bem como avaliar, simultaneamente, a expressão de fatores neurotróficos  (BDNF) e inflamatórios (IL-1 e IL-6) mediante o tratamento de neurônios  primários com lítio.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Projeto Temático: Neurobiologia da doença de Alzheimer: marcadores de risco, prognóstico e resposta terapêutica</title>
		<link>http://www.neurociencias.org.br/pt/733/projeto-tematico-neurobiologia-da-doenca-de-alzheimer-marcadores-de-risco-prognostico-e-resposta-terapeutica/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 14:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pesquisas em andamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.neurociencias.org.br/pt/?p=733</guid>
		<description><![CDATA[Responsáveis: Wagner F. Gattaz, Orestes V. Forlenza,  Emmanuel Dias-Neto
Participantes: Elida Ojopi, Evelin Schaeffer, Leda Talib, Márcia  Radanovic, Nádia Raposo, Paula Nunes 

Colaboradores: Geraldo Busatto Filho, Carlos Buchpiguel,  Cláudia Leite, Maria Otaduy, Antônio L. Teixeira, Jerson Laks, Paulo H.  Bertolucci, Ivan Okamoto, Osvaldo Takayanagui, Vitor Tumas, Silvio Zanata,  Daniel Martins de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Responsáveis: </strong>Wagner F. Gattaz, Orestes V. Forlenza,  Emmanuel Dias-Neto</p>
<p><strong>Participantes:</strong> Elida Ojopi, Evelin Schaeffer, Leda Talib, Márcia  Radanovic, Nádia Raposo, Paula Nunes </p>
<p><span id="more-733"></span></p>
<p><strong>Colaboradores:</strong> Geraldo Busatto Filho, Carlos Buchpiguel,  Cláudia Leite, Maria Otaduy, Antônio L. Teixeira, Jerson Laks, Paulo H.  Bertolucci, Ivan Okamoto, Osvaldo Takayanagui, Vitor Tumas, Silvio Zanata,  Daniel Martins de Souza</p>
<p><strong>Apoio financeiro:</strong> submetido à Fundação de Amparo à Pesquisa  do Estado de São Paulo (FAPESP)</p>
<p><strong>Resumo:</strong> Por meio de dois projetos temáticos apoiados  pela FAPESP desde 1997, nosso laboratório desenvolve pesquisa translacional  aplicada à análise de anormalidades do metabolismo de fosfolípides de membrana,  sua influência na homeostase cerebral e suas implicações em doenças  neuropsiquiátricas.  O presente projeto  tem três objetivos maiores: 1. investigaremos diferentes mecanismos biológicos  que têm o potencial de contribuir para um melhor esclarecimento da fisiopatologia  da doença de Alzheimer (DA); 2. Estudaremos as interações destes mecanismos  biológicos com correlatos clínicos para permitir uma detecção precoce do risco  de demência; 3. Em pacientes com elevado risco testaremos o efeito de  estratégias farmacológicas e não-farmacologicas para retardar ou mesmo prevenir  a conversão para a demência. Este Projeto Temático é dividido em dois módulos. No módulo  1 (Estudos Clínicos, Laboratoriais e de Neuroimagem), determinaremos, de forma  integrada, os marcadores biológicos que influenciam o risco, o curso clínico e  a resposta terapêutica; avaliaremos novos polimorfismos genéticos e potenciais  biomarcadores em líquor e sangue periférico, validando-os contra parâmetros  clínicos e de imagem cerebral estrutural e funcional (MRS e PET). Almejamos com  isto melhorar a acuracia do diagnóstico precoce da DA para, a seguir,  investigar a eficácia de intervenções farmacológicas e não-farmacológicas sobre  a atenuação das perdas cognitivas, visando à prevenção da demência.  Nestes estudos clínicos, a exploração dos  efeitos do lítio, ocupará uma posição de destaque, dando continuidade às  evidencias de nosso e de outros laboratórios mostrando um efeito protetor do  lítio na DA. No módulo 2 (Neuroquímica e Biologia Molecular), utilizaremos  modelos experimentais in vitro (culturas primárias de neurônios) e in vivo  (camundongos transgênicos que acumulam peptídeo beta-amilóide, Ab) para estudar os mecanismos  moleculares que inter-relacionam diferentes processos patogênicos. Avaliaremos  a toxicidade do Ab e seu  impacto sobre a neurogênese, a atividade enzimática e a expressão gênica. Em  modelos pré-clínicos, investigaremos a possibilidade de retardar ou mesmo  prevenir estes processos pelo tratamento com lítio, dadas suas propriedades  neurotróficas e neuroprotetoras, integrando assim as vertentes experimentais e  clínicas deste Projeto.</p>
<p><strong>Subprojetos:</strong><br />
  Módulo 1:<strong> </strong>Estudos clínicos, laboratoriais e de neuroimagem: marcadores de  risco, prognóstico e resposta terapêutica nos transtornos cognitivos em idosos<u></u></p>
<ul>
<li>Biomarcadores no líquido cefalorraquideano:  contribuição para o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer;</li>
<li>Biomarcadores em sangue periférico: contribuição  para o diagnóstico precoce da DA e para o prognóstico dos transtornos  cognitivos e do humor em idosos;</li>
<li>Cascatas neurotróficas, citocinas inflamatórias e  quimiocinas nos transtornos cognitivos e do humor em idosos: correlação com  parâmetros biológicos e neuropsicológicos;</li>
<li>Biomarcadores humorais em idosos cognitivamente  preservados: correlações clínicas e resposta ao treino cognitivo;</li>
<li>Modificação de parâmetros biológicos em resposta  ao tratamento com lítio no contínuo CCL-DA e nos transtornos do humor em  idosos;</li>
<li>Espectroscopia de lítio nos transtornos  cognitivos e do humor em idosos: correlação entre as concentrações cerebrais e  os níveis séricos;</li>
<li>Avaliação do  metabolismo cerebral por FDG-PET em resposta à litioterapia em idosos; </li>
<li>Avaliação de polimorfismos de DNA em genes de  suscetibilidade à doença de Alzheimer;</li>
<li>Expressão gênica diferencial e proteômica na  doença de Alzheimer: busca de biomarcadores periféricos.</li>
</ul>
<p>Módulo 2:<strong> </strong>Neuroquímica e biologia molecular : modelos experimentais in vitro  e in vivo aplicados à fisiopatologia da doença de Alzheimer</p>
<ul>
<li>Efeitos do lítio sobre morte, proliferação e  diferenciação celular em um modelo de camundongo transgênico para doença de  Alzheimer </li>
<li>Lítio e neuroproteção: efeitos  biológicos e comportamentais do tratamento crônico por via oral em camundongos <em>wild-type</em> e transgênicos 5XFAD APP/PS1</li>
<li>Lítio, PLA2 e GSK3b: avaliação simultânea da expressão e atividade  enzimática; correlações com fatores humorais e fosforilação da Tau</li>
<li>Análise proteômica de APP e GSK em plaquetas</li>
</ul>
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